Na ponte eu estava...
Olhava pelo rio passando, tranquilo, sereno. Olhava meu reflexo. Não sabia por quanto tempo ficaria ali, estático. Ao enfrentar alguns torneios de justas, com alguns machucados e distensões, fiquei pensando por quanto tempo ainda ficaria lutando nos campos... Haviam outros reinos, outros lugares para explorar... FIcava imaginando e imaginando tudo que eu conquistaria e conheceria, os perigos que eu enfrentaria, pois todo forasteiro é temido...
Mas estava ali, na ponte, olhando para eu mesmo.
E permaneci por ali, parado, imaginando como seria minha vida, decrente de que sairia das justas, mesmo que a vontade fosse grande...
Nem o rio não ficava parado. Ele seguia seu curso, talvez com medo, mas seguia... E só meu reflexo ficava.
Não sabia por quanto tempo ficaria ali... Mas naquela tarde, só pude ficar parado. Só pude contemplar a minha indecisão
E o rio seguia o curso...
quarta-feira, 17 de março de 2010
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